As famílias perdem o controle do posto?
Não. A proposta é tokenizar apenas 20% do terreno. A Barros & Ferreira Holding mantém 80% do terreno (R$ 16M) e todas as decisões operacionais. Os tokens externos conferem direito econômico — não direito de voto na operação.
E se o investidor precisar do dinheiro de volta?
Para o investidor qualificado na Fase 1 — MVP: em janeiro de 2027, quando o fundo estiver formalizado, ele pode optar por não converter e receber de volta o aporte original corrigido pelo CDI. Para os demais: após o lock-up de 24 meses, os tokens podem ser vendidos no mercado secundário do fundo.
O que acontece em janeiro de 2027 para quem está na Fase 1 — MVP?
Quando o fundo estiver formalizado, o contrato da Fase 1 — MVP vence naturalmente. O investidor decide: converte para o FII definitivo (com portfólio já formado) ou recebe de volta pelo valor corrigido pelo CDI, descontados os créditos de combustível já recebidos. Exemplo: quem aportou R$ 120.000 e recebeu R$ 4.200 em combustível em 7 meses recebe R$ 124.871 de volta — o CDI cobre o período e o benefício já usufruído é abatido. Justo para todos.
O que acontece se o posto fechar?
O investidor é co-proprietário do terreno, não da operação. O terreno continua valendo independentemente do que opera nele. Em caso de venda ou mudança de uso, o investidor recebe proporcionalmente à sua fatia.
O valuation de R$ 20M é real?
É calculado pelo resultado econômico real: R$ 100.000/mês de resultado ÷ 0,5% de taxa de aluguel de mercado = R$ 20M. O laudo formal de avaliação imobiliária independente confirmará esse número — contratado até julho de 2026. Nenhum investidor converte antes do laudo.
Isso é regulado pela CVM?
A Fase 1 — MVP (primeiros investidores) opera como mútuo conversível privado, sem necessidade de registro CVM, restrito a investidores qualificados. A Fase 2 usa plataforma autorizada pela CVM 88. O FII definitivo é regulado pela CVM 175.
Quando começa a render?
Na Fase 1 — MVP, o rendimento começa a ser distribuído a partir da assinatura do contrato, mensalmente. No FII definitivo (jan/2027), a distribuição será automatizada via smart contract, com rendimentos em combustível e dividendo.